sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Marta Morta na Merda

Esta, que infame e delirante sente.
Inflama dores corrosivas.
E se definha aos poucos entre os verme e a terra. 
Duras facas entranham teu ser decadente.
Jazia!
Um ser morto-vivo!
De tantos abusos abusrdos e obscuros.
Na corda bamba,entre a nelbina acizentanda, 
Espessa Marta!
Mórbida batida que ensanguentada pulsa vagarosa.
Intensificando a adrenalina cardiovascular.
Entre a merda e o sangue!!! 
Água suja e lama!
Aborta tua realidade repulsiva.
Grita em sólidão enloquecedora.
E tua mente lhe mente pisicóticamente
Agonia e tremor frio.
O ar lhe falta até revirar os olhos e cair, 
Marta morta na merda.
Teu futuro estava ali!
Teu futuro estava ali?! 
*Lady Flower Power*

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Amante Consciente

Invoco teu ser em meus pensamentos.
Sinto teu calor de longe.
Os ventos de verão que tocam minha pele.
Te sinto perto e intimo.
Em meus sonhos invoco teu ser. 
Nestas noites quentes te toco.
E provoco teu bem.
Você permanece em meus sonhos.
Como desejo fixo. 
Provoca-me prazeres surreais
Que ainda sinto ao despertar. 
Desperto acompanhando o dia 
Em plenas sensações.
De volúpias e erotismo.
**Lady Flower Power**

quarta-feira, 26 de outubro de 2011



Fissura Delirante
Te desarrumo todo
Amarroto inteiro.
E te deixo nu em pelo.
Só para saciar o meu desejo.
E se o chão levitar.
E o tempo fechar.
É por que saiu fumaça.
Te aperto até queimar.
No meu corpo todo.
Eu gosto do teu calor.
Ardendo até o osso.
Prendendo o ar aos plenos pulmões.
Asfixiando alucinantes sensações.
E deliraria triliões de vezes assim.
Sendo infinito pelo universo.
Te desarrumo todo.
Amarroto inteiro.
E te deixo nu em pelo.
Só para saciar o meu desejo.
*Lady Flower Power*

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Melancolia Sem Porquê
Inoportuna e indesejada.
Aos aflitos.
Tristes momentos que infames, afligem.
Corroe os pensamentos sem causas.
Deixe- me quieta aqui.
Até que todas as angústias se decipem
Apenas seque minhas lágrimas depois que todas caírem
Esta que recai sobre o chão frio e duro.
Frio e duro como esta dor lancinante.
Tristeza, sem motivo aparente.
Aparece de repente.
E se vai aos poucos.
Silenciosamente.
Tão sorrateira como chega.
Afogaria em todos os goles.
E em todas chorosas lamentações ocultas.
Que avassaladora mente ficam inexplicáveis.
*Lady Flower Power*

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sonhos Verdes

Quando penso em você.
Me abre um sorriso no rosto impossível de conter.
No corpo tudo esquenta.
E o coração acelera.
Uma paz instâtanea. 
É uma energia absoluta. 
É como voar até o universo.
E levitar como um cometa ou uma estrela.
Estrela que fortemente se ilumina.
Planeta do qual existe de outra rotação.  
Tempo, idéia e rítmo.
Um tesão e um arrepio. 
Tudo junto em colisão explosiva.
Devaneios esses que se aproxima.
Em total pensamento.
*-* Lady Flower Power*-*

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Banido
Resolvi revoltar com o amor.
Não falar, pensar ou sentir ele.
Ele que me fez sonhar demais.
Até cair das nuvens ao chão frio.
Agora vou dar um gelo nele.
Vou esconder as chaves da porta.
Vou deixar recado de que fui embora.
E larguei, ele de mão.
To tão revoltada com ele.
Que sou capaz de pichar a casa dele
Esse amor danado.
Arrebatou-me e deixou assim.
Louca, inconseqüente e totalmente sonhadora.
Mas eu consegui descobrir o seu grande plano.
Ele veio chegando devagar...
Deixando marcas.
Agora ele vai se ver comigo.
Meu coração agora vai ficar sem inquilino.
Vou queimar as cartas com teu nome escrito.
Amor.
Você seu bandido!
Príncipe Encantaaado.
Meu herói!
Vai ser de agora em diante.
Um total desconhecido.
Todas as fotos, onde entre olhares você aparecia.
Serão rasgadas.
Amor...
Ele que já não suspira mais em mim.
 Jaz banido!
*Lady Flower Power*

quinta-feira, 29 de setembro de 2011


Coração de Metal
Da cidade encontrava.
As nuvens que enevoavam.
Cinzas de dias raros.
Entre as horas das noites.
Apareciam.
Surgiam, iluminando.
Existiam estrelas coloridas.
Que brilhavam no universo.
Luzes pelo seu infinito.
E de repente ouve uma chance colorida.
Que enxergo em teu olhar.
Fulminante segundo.
Intenso minuto.
Só por um olhar.
Realmente difuso ao surreal.
Vivemos entre a mentira e a verdade.
Mas o que aproxima voando.
Mais perto que o tempo passa.
Aquece entre os braços e calor.
Até que o tempo morra em teu olhar.
Cruzador e forte.
Tudo é coração de metal.
Nada é coração de metal.
Haviam chances.
Até três tempos.
Até fogos fazerem sinal de fumaça.
(;*Lady Flower Power*;) 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Nela, Vulcão

Escorre pelo corpo.
Toda excitação.
Arde e queima, mas é meu amor.
Larvas ferventes em toda parte.
E tão excessiva que chega ferver as águas.
E o tempo passa tão lento, quanto uma caricia mimada.
Esfrega as mãos de malte.
Querido, sou feita de larva e flores.
A glória de todas as eras é minha historia.
Meu querido,
Espinhos me protegem.
Todos.
Amantes de meu furioso fervor.
Antigas dores são crateras vulcânicas.
Cicatrizes rochosas.
Querido.
Se me machucar, seria mais um morto.
Queimaria teu coração.
E sugaria até o centro da terra.
Larva escorre em meu corpo nu.
Ferve minha pele feita em pétalas.
E os céus serão, cinzas.
E os meus lábios puro sangue.
Meu querido só um pouco mais em te absorver em mim.
Escorre pelo corpo.
Toda excitação.
Arde e queima, mas é meu amor.
Larvas ferventes em toda parte.
E tão excessiva que chega ferver as águas.
Querido amante de meu furioso fervor.
Fogo é o que mantém ardente.
Quanto mais longe é vulcão adormecido.     
*Lady Flower Power*

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tempo Ruim
Rolam idéias absurdas em minha mente.
Meus labios cantam longe ate onde podem voar
sinto que posso invadir qualquer molécula.
Ecoa até onde o som mergulha no ar.
Para você posso mostrar toda trilha.
Pode ser assim.
Eu gosto do céu cinza.
Pode ser num tempo ruim.
Eu gosto da chuva fria.
Pode ser assim.
Eu gosto do tempo ruim.
Podemos seguir nossas curvas.
Podemos apreciar nosso calor.
Sentiremos a mesma vibração corporal.
Sabendo que a fusão energética vem de tudo.
Podemos nos perder neste tempo ruim.
Podemos invadi-lo.
Equeilibrar as luzes.
Incendiar horizontes.
Neste tempo ruim e cinza.
Nem queremos pedir ajuda.
seguimos os sinais.
Eu gosto assim.
Pode passar esse tempo ruim.
Gosto do tempo frio e chuvoso.
Sentindo todo o calor da pele entre nós.
Meu exctasy viajante.
Das noites de tempestades e ventos.
Ecoando nossa música além das ondas magnéticas.
Envolvidos e entrelaçandos.
No livre e libertino tempo ruim.
Em todos os lados onde a imaginação fluir.
Ja sinto o cheiro da chuva com os ventos frios.
Ja vejo de longe as nuvens cinzas se aproximar.
Melhor pegar o vinho seco.
Me excita tempos ruins.
A cama sendo uma das melhores sedutoras.
Nesta matinal temperatura chuvosa.
 *Lady Flower Power*

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

(Palbo Picasso - Mulher com Bandolim)
Amantes Feministas 
A leitura e a música fazem seu casamento
o intelecto é sua morada
e o quintal é o mundo
onde ecoa eternamente entre suas crianças, as artes.
a natureza é a escência entre esses dois amantes.
posso ser uma criatura vencida pela maioria.
mas o que me fortalece é ironia
de que a literatura e a musica são livres emqualquer lugar.
seja noite ou dia.
seja na morte ou na vida.
Elas são lésbicas em sua harmonia
O macho é o que o tesão causa entre elas.
Boa leitura entre uma musica e outra.
mente a berta conhecimento infinito.
não poderiamos viver tanto.
Mas por simplesmente exitirem.
Já nos sentimos eternos por conhece-las um pouco. 
*Lady Flower Power*   

sábado, 3 de setembro de 2011

Homenagem Hà “Larika”
Lá de onde eu venho sinto fome sempre que aperto.
Eu bolo com felicidade e tranqüilidade.
Percebendo cada circunferência deste digestivo.
Naturalmente você pense errado.
Mas escrevo certo, que certamente é bom para comer.
Posso misturas com a massa.
Vou surfando nas ondas.
E bate a “larika” em minha barriga.
Agressiva e devastadora.
A gula é forte.
É bom demais.
Durante a saciedade garantida.
Um prazer incomensurável.
Do qual você dá gargalhada de satisfação.
Há larikão boladão!
Deu uma sede...!
*Lady Flower Power*

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Senhor Maresia

Era uma onda.
De brincadeira.
De pouco ficou coincidente demais.
Até bater de testa no que seria arrebatador.
Pergunto-me de onde veio esse.
Mas é só um pouco de curiosidade.
A este que anseio antes de apertar.
Até sair fumaça da mente.
Diga-me se há algum antecedente.
Maresia domina em devaneios eróticos.
Antes que vá ao impulso total.
E me perca no caminho da minha imaginação.
É engraçado curtir a onda assim.
Pode chegar mais perto, eu mordo.
Matéria prima de modelar nestes pensamentos.
Sigo minha rota poderia se chocar na tua rota senhor.
Antes que acabasse na careta do espelho.
Poderia me deleitar em teu corpo.
Que por hora é uma explosão de fumaça.
Você é um diálogo.
É uma confusão de incertezas.
É a sorte do acaso.
Apareceu quando buscava um amigo.
Poderia ser meu amante todas as noites?
Olhos verdes azulados.
Agora avermelhados no castanho.
E antes que delire uma composição distorcida.
Pode ser que sim ou talvez.
Não!
Não pode ser.
Passageira brisa.
Senhor maresia navega pelas ondas pelo mundo.
Embales-me antes de dormir em tuas mares.    
Não importa como você é.
Eu já te sinto e gosto pela tua essência.
Ordem e desordem.
Estão em equilíbrio freqüentemente.
Que se atraem para a igualdade.
Semear novamente, loucuras explosivas.
E venho regada de tuas águas.
Que navegam em ventos de marés.    
Brisa sussa.
Suave brisa.
Há! De repetir o dia!
Prazer, senhor maresia.
**Lady Flower Power**

quinta-feira, 25 de agosto de 2011






 Momentaneamente
Entre dois pólos.
Acontecendo respostas.
Unos com o universo.
Em atos singelos.
Num toque de dança.
Mitificando a sinfonia.
Na transparência de ser.
Nos pontos de energia.
Turbilhões movem pela boca.
Sensações cósmicas.
No real êxtase.
Dentre a infinita galáxia.
No plano flutuante orbital.
No existencial movimento astral.
Se encaixam.
Não existe tempo
Não existe distância. 
Apenas dois corpos.
Em tempo espaço.
Unificando translúcida energia.
*Lady Flower Power*

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Acordando para a Realidade
Se existiram momentos de falsa felicidade.
Não via o que a realidade agonizava ao meu redor.
Sinto na veia o que a dor alheia me provoca.
Ira e revolta não posso mentir. 
Mas posso morrer um pouco a cada dia.
Pensar em que não fazem nada.
Enquanto existem sorrisos embriagados ao meu lado
É só fantasia que poderia imaginar o surreal
Enquanto o real apodrece a cada poluidor que consome
Escrevo coisas belas para sonhar
Enquanto a vida me arrebata diante dos meus olhos.
O que acaba derrotado nos que não sentem a felicidade.
É ilusória e sonho, a felicidade?
Sei que minhas metas podem ser alcançadas
Para que o próximo possa ser o próximo a sorrir e fazer o mesmo.
Agradecida pela beleza natural.
E entristecida pela ganância humana.
E simples facilidade de autodestruição.
E os outros que não sentem a gravidade
Faço questão de arregalar os olhos.
Com uma simples poesia de realidade.
Espero que o mundo descarrilado para a destruição
Volte à harmonia antes que nos mate.
Ou salva ou morre enquanto sobrevive no sufoco.
Coitado, não tem culpa de ser abiótico.
E só uma raça, capaz de preservar e destruir.
A escolha é nossa.
De todos!
Continuemos assim e vamos ver onde vamos parar!
Num real caos de aniquilação generalizada.         
*Lady Flower Power*

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Sinto Muito
Desculpe-me por perturbar a sua paz!
Desculpe-me por ser egoísta!
Desculpe-me por ser medíocre!
Desculpe-me por ser tola!
Desculpe-me por não entender o que estava diante de mim!
Desculpe-me por ter que me desculpar tantas vezes...
Desculpe-me e sei que você sabe.
Mas minha consciência tenta se redimir!
Desculpe-me humildemente...
Sei que não seria capaz de olhar nos seus olhos novamente.
Desculpe por ser esta rélis humana, mortal, maluca e sentimental.
Sinto muito, mas meu ego é sarcástico.
Desculpe-me descontei em você a tensão pré-menstrual.
Desculpe-me resolvi assassinar-te amante.
Sinto muito por esta ira hormonal fazer-te amado.
Tua vitimada pessoa.
Que impreguinada ainda em mim, aqui jaz em terra.
*Lady Flower Power*

sábado, 20 de agosto de 2011

Verde Azulado
Olho azul esverdeado,
Fúria ocular.
Ao vê-lo me arrepiou a espinha feito gato.
Depois viajo fundo.
Tão fundo!
Que o univero estava todo ali.
Diante de mim!
Ultrapassando rapidamente todas as camadas.
Antes que pudesse piscar.
Mergulho neste infinito estelar.
Meus olhos negros castanhados paralisaram.
Neste verde olhar.
Na fúria expressiva do azul esverdeado.
Cós-mi-co!!!
Cada veia que me embriaga de inspiração.
Poderia eternamente navegar.
Teria um meio de congelar?
E fluatuar mais fundo neste olhar.
Verde azulado.
Tranquilo e profundo.
Seria uma porta para o infinito.
Uma ilusão do meu desejo
É real!
Eu vejo!
Da vontade de tê-lo.
Sempre dentro dele.
Prazer de vê-lo tão intimamente, verde azulado e amarelo...
*Lady Flower Power*

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Dama dos Ventos
Percorre tudo
Livre.
A qualquer instante, existe.
Tua existência é vital.
Em todos os lugares
Entre as árvores que dançam suavemente.
Pelas mares.
Entre o ardente fogo
Teu ar que anuncia chuva.
Me revitaliza fortemente o espírito
Eu que sempre me sinto aventureira.
Poderia voar em ti sempre.
E me tornaria tua amante eterna.
Deixaria meu corpo nu diante de ti.
Ventos de todos os pólos.
Te respiro com prazer.
Preencho meus pulmões ofegante.
Até que meus ardores sintam saciados.
E evoco a ti em neblina suave pelas noites.
Antes que ares quentes venham me afagar a nuca.
E me delirar livremente.
Ar puro.
Puro ar!
I lady dos ventos.
Sonho em tuas nuvens.    
*Lady Flower Power*