Câmara Mortífera
Perdido num insaciável sonho de consumo.
Um particular fulgor dividindo em extremos.
Leia meus lábios mordidos de sede.
Solta da boca pequenas palavras.
Cospe perguntas no cérebro.
Até onde vai?
Até quando aguentar!
Ardendo no próprio ouvido.
Invadindo a imaginação.
Entre alienados dedos.
Percorrendo nos corpos.
Alucina o querer.
Preso na indecisa, na batida.
De duas ondas.
Numa viajem intrigada.
Só fica ali se agarrando nas unhas.
Procurando!
Uma respiração mais profunda que o corpo.
Acaba e recomeça.
Cada amor entrelaçado.
Penetram demônios e diabólicas.
Anjos e arcanjos.
Entendo o que entende
Quando morre?
Desfalece?
Ataca?
Ataca!
Ou então abre a tampa!
Morre!
Agora!
Lady Flower Power

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