quinta-feira, 2 de junho de 2011

Carnes Sensíveis
Nos beijos embriagados,
Rosqueando os dedos nos cabelos.
Quando para o mundo.
E gira o teto do céu.
Ofegante entre as pernas.
Delírios interplanetários.
Explodindo insensatez momentânea.
Numa liberdade louca e juvenil.
Não faz sentido.
Corta a boca deixando o sangue sem doce.
Amargando na saliva o gosto.
Passa um tempo sem introduzir na goela.
Um gosto azedo da carne.
Na pele rugosa e enrijecida.
Nos toques delicados.
Entre finos orifícios,
No meio da parteira da vida.   
Nas pernas quentes de fulgor.
*Lady Flower Power*

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